quinta-feira, 28 de abril de 2011

Não exijam tanto de nós.....Excelente texto !



Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.

Uma das mentiras:


É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe,
esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante
.

É muito simples: não podemos
.


Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite,
quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante


Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?


Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.


Ah, quanta mentira!


Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que
faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.


Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.


Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas:
tempo e dinheiro.

Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.


É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma
happy hour.


Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de
produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.


Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo
combine sem que um só minuto seja perdido.


Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.


E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver .

Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas
sem as quais não se pode viver:

ar, água e pão.


Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso....


Danuza Leão

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Perdendo o seu amor por medo de perdê-lo



Temos em mente que a outra pessoa é nossa, ela nos pertence por inteiro e se essa premissa é assumida como correta, única e verdadeira, inicia-se, então, o sofrimento.

Para atingir o estágio supremo do amor incondicional, só existe uma forma: criar um relacionamento no qual o respeito, a admiração e o companheirismo sejam os tripés de sustentação.


Respeite o outro por inteiro, incluindo seus desejos e anseios pessoais e seu estágio de crescimento pessoal. Admire as atitudes do outro e sempre aprenda com elas e seja companheiro em todos os momentos.


Os pensamentos e emoções são o nosso combustível energético diário, observe-os, eles revelam tudo relativo a você. Pensamentos e emoções positivas representam equilíbrio energético e conexão com o futuro; pensamentos e emoções negativas, em excesso, representam conexão com o passado, e o passado já foi... não pode fazer parte de sua vida hoje.


Em um relacionamento, é muito importante estar sempre em contato com o que estamos sentindo para descobrir o que está motivando o nosso comportamento.


Sabe aquela pessoa muito tolerante e completamente resignada, é ela mesma a pessoa que será vítima do amor, pois ela não está de fato demonstrando o que está sentindo nem tão pouco ouvindo suas emoções.


É por medo de perder o seu amor que acaba perdendo... Se isto não acontecer em um primeiro momento, neste caso, a pessoa passará a se tornar a segunda ou terceira pessoa da vida deste alguém. Só podemos nos colocar e nos posicionarmos na vida de outra pessoa se criarmos o espaço necessário para isso. Ninguém enxerga quem está de joelhos aos seus pés, pois sempre olhamos para a frente.


Uma outra reação inerente ao ser humano é a seguinte: se não conseguimos em nossa vida o que desejamos, reagimos com raiva e ressentimento.


O início de toda cura energética se estabelece quando descobrimos o bloqueio original que está desencadeando tal situação. Isto se faz através da mesa radiônica quântica, tanto a identificação como a eliminação de tal bloqueio.


Outro ponto importante a ser colocado, é que temos que ser donos de nossa própria vida e nunca dependentes emocionais de alguém. Quando acreditamos que a felicidade está na mão do outro ou que as nossas carências podem ser satisfeitas pelo outro, temos medo de revelar-lhe o que realmente pensamos, temos medo ainda nesta fase de expressar nossos sentimentos mais profundos, e sabe por quê? Porque temos medo de perder o outro e, então, ficar sem a muleta emocional que tanto precisávamos para caminhar. Nesse exato momento, nossa auto-estima desaba e nosso amor-próprio vai por água a baixo.


Uma coisa é como de fato sentimos o amor e outra é como nos foi colocado ao longo do tempo que as coisas deveriam ser... Muitas vezes, projetamos em nossos relacionamentos situações que nunca vão ocorrer porque o outro não tem condições emocionais de corresponder ao que estamos projetando como o ideal de vida.


O amor não se molda a nenhum conceito ou comportamento pré-estabelecido, ele é a experiência de nos mostrarmos como realmente somos.


Tentar sufocar o outro com controles exagerados, excesso de ciúmes e suposições infundados somente fará com que o outro tente a todo custo se manter cada vez mais de longe de você!


A decisão de mudar é um excelente passo, pois lhe fará perceber o que há por trás de um relacionamento doentio; o outro, com suas atitudes, irá sempre lhe mostrar como você se trata. Que dura realidade a ser percebida!


Se o outro não lhe dá amor, se a trata com desdém e lhe coloca em segundo plano, será que não é isso que ao longo do tempo você fez com você mesmo?


Temos que, neste momento de descoberta, procurar ajudar e tentar entender o porquê de vivermos determinadas situações que não podem fazer parte da vida de ninguém... nunca se sinta a segunda pessoa na vida de ninguém. Você é muito importante para ser colocada em segundo plano.


Você age com você como quer que a outra pessoa haja; você é a companhia que deseja, você é o seu complemento, seu melhor confidente. Como anda nesse momento a sua relação consigo mesmo? Analisando a resposta que ficou dentro de você... poderá neste momento decidir modificar a sua vida e o seu relacionamento.


Há alguns anos, atendi uma pessoa, que reclamava sobre o seu relacionamento, sentia-se deixada de lado e achava até que o marido tinha outra pessoa.


Disse, então, a ela tudo que coloquei acima... que o problema era ela! Num primeiro momento, ela se assustou e até se espantou, pois achava que o marido é que não prestava, segundo suas palavras. Eu tentei, antes de iniciar o trabalho de equilíbrio pessoal, mostrar-lhe que em algum momento seu de vida ela havia mudado o seu comportamento e, portanto, tudo que estava ocorrendo era reflexo disso.


Iniciamos, então, o atendimento fazendo todo o equilíbrio de frequências energéticas e depois a completa verificação dos possíveis bloqueios que deram origem a tal situação.


O primeiro bloqueio que identifiquei foi um enorme processo de rejeição, em sua infância, gerando carência afetiva e tentativa de a qualquer custo ser amada pelo outro, chegando a sufocá-lo. N um segundo momento, identifiquei como bloqueio a perda de seu pai, que representava a ela todo tipo de segurança, mesmo que não a utilizasse incluindo a parte material e emocional.


A partir disso, ela começou a largar a sua auto-estima de lado e tornar-se uma pessoa possessiva e descontrolada; ninguém suportava ficar ao seu lado. Outra fuga encontrada foram os remédios para se acalmar e para dormir.


Fizemos toda a cura pela mesa radiônica e o resultado foi o desabrochar de uma nova mulher repleta de beleza, segurança e autoconfiança, além de independência pessoal. Hoje, tenho dúvidas se não é o marido que está tentando sufocá-la por medo de perdê-la...


Esta minha última colocação foi somente uma brincadeira... a fim de expor o quanto a diferença em seu comportamento ficou marcante.


Ela decidiu curar-se e modificar o seu comportamento com o objetivo de reconquistar seu grande amor!


Por Maria Isabel Carapinha

Socorro! Me livre destes sentimentos!


Final de semana na montanha... que lugar lindo que é Campos do Jordão, renovador de energias pelas suas belas paisagens e pelo ar puro da montanha, além da paz e sossego próprios do lugar.

A beleza está em cada parte do caminho, na estrada, o verde maravilhoso das montanhas com uma infinita mistura de cores, as flores que sempre encontramos apesar do frio, as pessoas, os irresistíveis sabores da culinária que tem tradição no local, além do chocolate típico .

Tudo isso renova, sim, a nossa energia!

No sábado de manhã, tomando café da manhã no hotel, surpreendi-me com uma cena que vejo fazer parte da vida de muitas pessoas e resolvi, então, compartilhar com vocês, a fim de alertar a todas que essa realidade pode deixar de fazer parte de sua vida também.


Na mesa ao lado da nossa, estava um casal de idosos, que como nós também gostava de acordar cedo. Passada uma hora mais ou menos, porque esses locais consomem o nosso tempo em papo sem percebermos, sentou-se um casal um pouco mais jovem.


A mulher, então, começou a reclamar e a descrever tudo que vinha sentindo após o diagnóstico do pânico e os remédios que estava tomando. Reclamou da estrada com muitas curvas, da sensação horrível que tinha sentido ao sair de casa, por conta da pressa do marido, reclamou também que ele corria muito, do trânsito insuportável para sair de São Paulo.

Descreveu toda a sensação que tinha no trabalho, que tudo era ruim.

Todos que a acompanhavam, nem estavam dando muita atenção ao que ela falava, pelo que pude observar o discurso devia ser sempre o mesmo, independente do local onde se encontravam.


Comecei a pensar sem julgamento... na realidade, agradeci o momento, pois daquela observação sairia um texto que tenho absoluta certeza irá poder ajudar muitas e muitas pessoas, que se encontram em situações parecidas, a saírem desta frequência energética.


Quantas e quantas vezes em nossas vidas levamos uma mala de problemas conosco! Essa mala se torna tão pesada que requer toda nossa atenção, e o que está à nossa volta simplesmente não existe... Toda aquela beleza que descrevi, a pessoa simplesmente não observava porque a sua mala de problemas precisava de toda a sua atenção.


Em primeiro lugar, é muito importante que você observe se está desta forma. Perceba se você reclama o tempo todo, se não se satisfaz com as coisas que vive, se se cansa e culpa o comportamento de todos à sua volta. Se respondeu sim, pelo menos, a algumas destas questões, tenha absoluta certeza que você está com problemas.

Um dia, ouvi de um amigo psiquiatra uma frase que nunca mais esqueci. Ele dizia: no dia que você achar que o mundo inteiro está errado e somente você está certo, procure ajuda, você não está nada bem.
Tudo isso pode deixar de fazer parte de sua vida, de imediato, basta você querer!

O pânico é, sim, uma doença moderna, devido ao ritmo de vida imposto e que você permite incorporar em sua vida. Como doença, requer cuidados e cura, mas não o cultivo de situações, ou seja, quanto mais verbalizamos o que sentimos, mais intensidade se dá para aquilo fazer parte de nossa vida.


O pânico requer tratamento, pois há carência cerebral de algumas substâncias químicas que precisam ser repostas, mas, mais do que tudo isso requer que você decida se curar.

Um dia ouvi também de uma psiquiatra que hoje também se tornou minha amiga, que o tratamento com o remédio é responsável por 30% da cura os outros 70% são de responsabilidade do paciente mudando seus hábitos de vida.

Quem gosta de viver com uma pessoa que tem um comportamento pessimista todo o tempo, que só reclama e fala de coisas ruins; que sempre compara a sua vida com a dos outros, que nunca se realiza com nada que lhe acontece, que nunca esboça um sorriso? Será que você não está se isolando do mundo por conta de ter um comportamento assim? Será que seu relacionamento afetivo não está afundando por conta disto?


Puxa! Como é difícil admitir que o problema está conosco, mas este é o passo inicial para a mudança, é como decretar para você mesmo que não quer mais viver assim!

Todas as situações de pânico estão associadas a um bloqueio energético que o desencadeou; esse bloqueio muitas vezes é inconsciente, ou seja, você não se lembra, porém, ele existe e enquanto não for identificado, você não se curará por completo.

A radiestesia leva você à identificação exata deste momento e situação que desencadearam o pânico em sua vida e pelos desbloqueios energéticos; faz com que o sentimento vivido naquele momento seja transmutado e você deixe a energia vital fluir novamente. Neste ponto, me refiro aos 70% da cura que são de sua responsabilidade, ou seja, vamos identificar o que desencadeou tudo isso e, então, eliminar.


Não permita que nada de ruim faça parte de sua vida, nunca! Observe sempre se o problema não está com você e procure ajuda, pois, como sempre digo: o sofrimento, a angústia, a depressão e a tristeza não podem e não devem fazer parte de sua história. Procure sempre ajuda para sair destas situações.


Como é bom viver feliz e de bem com a vida. Na sua próxima viagem, leve somente a sua mala de pertences necessários, pois a mala de problemas não precisa fazer parte de sua vida!

Por Maria Isabel Carapinha

Sobre os Sonhos


Todos os dias, ao dormirmos, nossa mente consciente entra em um estado de repouso, com baixa atividade, mas isso não significa que estamos totalmente inativos. O inconsciente que, na verdade, ocupa a maior parte do trabalho mental, permanece elaborando material de diversas origens, construindo aquilo que chamamos de sonhos. Dessa forma, apesar de muitas vezes dizermos que dormimos e não sonhamos, isso nunca acontece. Apenas não nos lembramos deles.

Mas o que é um sonho? Ele tanto pode ser uma atividade dos conteúdos reprimidos do inconsciente, quanto ser uma atividade espiritual de projeção da consciência adormecida.
Essa vivência espiritual pode levar a encontros com outras individualidades em estado fora do corpo físico, pode levar a recordações de vidas passadas, ou ainda à captação de registros sobre perspectivas futuras, naquilo que chamamos de premonição.

Todas essas possibilidades ocorrem com freqüência muito maior do que imaginamos e é preciso saber distingui-las daquelas outras provindas do inconsciente. A principal diferença está no fato de que o material inconsciente se apresenta em formatos simbólicos e quase nunca reais, utilizando-se de símbolos universais e símbolos pessoais, fruto das experiências de cada pessoa.
Já as projeções da consciência, possuem imagens e histórias mais reais, com encontros com pessoas falecidas, vivência de fatos em outras épocas da história, ou visão de acidentes e ocorrências que poderão se suceder.

Mas os conteúdos do inconsciente é que irão marcar a maioria de nossos sonhos, acontecendo quase que diariamente.

Sua construção se baseia no fato de que ao longo de nossa vida, principalmente, nos anos da infância, existem frustrações inevitáveis de nossos desejos que nem sempre conseguimos elaborar. Elas então são reprimidas para a zona inconsciente, como uma forma de proteção do psiquismo contra uma angústia que ele não consegue suportar.


Contudo, esse material, apesar de reprimido, continua ativo, e vai sendo, inclusive, alimentado por novas ocorrências que se lhe assemelham, fortalecendo o fato anterior naquilo que vai se tornando um complexo. Pois, ao longo da vida, a força desse material gera estados de insatisfação, ansiedade e angústia, sendo muitas vezes despertado por ocorrências que funcionam como um gatilho para a sua eclosão, que será quase sempre através da emoção reprimida, sem que o fato que lhe corresponda venha à tona.

Como esses acontecimentos vão se tornando insuportáveis para a mente consciente, marcados por muita angústia, ao dormir o inconsciente libera parte desses fatos e suas emoções como uma forma de aliviar as tensões intrapsíquicas. Para que o consciente não realize a censura que reprimiu o conteúdo originalmente, então, os fatos emergem em um formato simbólico, como que a tentar enganar as forças repressoras da mente. Basicamente isso é um sonho produzido pelo inconsciente diariamente.

Claro que, para explicar melhor esse mecanismo, necessitaríamos aprofundar outros conceitos psicanalíticos que não caberiam neste espaço. Mas escrevemos estas linhas para mostrar a importância dos sonhos em nossas vidas. Sem eles provavelmente enlouqueceríamos, pois o psiquismo não suportaria suas tensões internas.

Mas a importância dos sonhos reside também no fato de que, ao conseguirmos interpretá-los, podemos compreender melhor as forças inconscientes que governam nossas vidas, os fatos do passado que não foram devidamente resolvidos e que continuam à espera de solução, interferindo nas nossas decisões e estados emocionais. É como se esses fatos ficassem exigindo sua repetição para que, então, dêem outro final à sua história. Eles nos levam, assim, a fazermos coisas que não gostaríamos, mas que buscamos inconscientemente. Interpretando os sonhos, podemos tornar conscientes essas demandas do inconsciente, passando a ter mais lucidez sobre nossas decisões.

Por João carvalho Neto


Irradie luz


Sempre ouvi dizer que há muitas portas psicológicas para serem escolhidas durante a vida. Tais aberturas estão à nossa disposição nas diversas situações (complexas e simples) em cada desafio pessoal. Cabe-nos escolher a mais segura para adentrarmos os seus umbrais, mas nenhuma escolha é fácil, talvez, por isso, quase sempre, escolhemos erradadamente.

Se você não sabe por qual delas passar, sugiro ficar diante de alguma(s) e fazer as seguintes reflexões: aonde esta porta vai me levar? O que vou querer depois de atravessar os seus umbrais? Quem, ou o que, me espera lá dentro?
Acredito que uma boa reflexão antes de qualquer escolha nos dá uma certa vantagem para selecionarmos bem o melhor para nós.

Uma coisa importante na hora de escolher é ter coragem para decidir, sem titubear, assumindo riscos. Se estiver errado, você saberá dar
meia volta e volver. É possível que o caminho de retorno seja mais longo e áspero, mas é melhor voltar do que continuar na decisão errada.
Para conturbar as nossas escolhas, os inimigos astrais conseguem nos influenciar com métodos escusos e tenebrosos, que envolvem lavagem cerebral e programações hipnóticas poderosíssimas a fim de inibir ou neutralizar a nossa vontade.

A sua forma de ataque é muito perversa, incluindo procedimentos de guerra altamente treinados e sofisticados, como: observação, controle, implantação, falsas crenças, roubo de energia e morte.
Os guerreiros das trevas aplicam engodos milimetricamente arquitetados com base em todas as informações obtidas da própria vítima e destroem-na sem dó nem piedade, objetivando deixá-la, literalmente, na lama.

Trata-se de egrégoras poderosas que agem em bando sem o menor pudor e sem qualquer misericórdia.
Ao adentrarmos a porta psicológica selecionada, devemos ter muita força (orai) e cuidado (vigiai) para enfrentar os desafios do mundo físico e extra-físico. É preciso ainda ter muita força de vontade e discernimento para não se enveredar pelos caminhos dos enganos urdidos pelas forças tenebrosas.

Não adianta, entretanto, ter determinação e continuar pactuado com situações, energias, seres e locais traumáticos ou traumatizados pelas nossas ações. Pois, isso só nos manterá presos às realidades passadas que não vão permitir a nossa continuidade no fluxo da existência, em busca de outras experiências e de outras modalidades de desafios, capazes de nos fornecer melhor entendimento sobre a nossa condição de seres eternos.
Não serve avançar dois passos e retroagir quatro outros simultaneamente, já que, dessa forma, a pessoa nunca sairá da posição onde se estagnou, não podendo, portanto, buscar a sua verdadeira realização. Os travadores psicológicos e emocionais estão dentro de cada pessoa.

São eles que obliteram a nossa visão e nos impedem de seguir a jornada livres de medos, culpa, remorsos ou apegos excessivos.
Penso que seja necessário, urgentemente, cada indivíduo tentar remover os tais obstáculos astrais, emocionais e psicológicos a fim de possibilitar-lhe uma caminhada mais leve e menos sofrida. Quando eles forem destruídos, as forças externas não encontrarão chance de atuar veementemente sobre nós e acabarão nos deixando livres para seguir. No entanto, estas consciências macabras estarão sempre à espreita, buscando uma única brecha para adentrar e destruir o nosso império espiritual. Por isso, todo cuidado é pouco.

Nossas células ativam o propósito divino das realizações em toda a vida e possibilita que todos entendam os sagrados mecanismos dinâmicos da essência, em forma de existência, das nossas verdadeiras conexões (luz e trevas). A humanidade precisa entender o quanto é valiosa para os dois lados, em constante conflito, e como ela é subjugada por seres de propósitos escusos, visando a escravizar, sugar energias, deprimir a mente, iludir as emoções e tantos outros processos ardilosos.
Ninguém precisa acordar, pois a grande maioria não está disposta a recobrar os sentidos (infra) dimensionais.

Entretanto, é importante dizer que muitos estão imersos num oceano de ilusões, recheado de perigos suficientes para mantê-los escravizados mental e espiritualmente por milhões de anos.
Em toda a criação há muitos perigos escondidos, os quais, muitas vezes, nos iludem e, em outros momentos, a eles nos associamos.

Quando nos damos conta, já é tarde demais para deles sairmos ilesos. Dessa for,ma, todo o cuidado é pouco diante dos percalços e dificuldades na jornada infinita a qual estamos fadados a seguir.
Nesta caminhada, precisamos agir como motoristas prudentes que prestam atenção em todas as esquinas e vielas, atendendo aos alertas das placas e dos semáforos. Assim, teremos chance maior de chegarmos ao destino pré-estabelecido.

Alguns humanos vivem como se nada estivesse a acontecer consigo, ou ao seu redor. Mas, nas dimensões astrais, podem temar conhecimento do turbilhão de conflitos, dúvidas (embora não se lembrem quando estão no corpo físico) e questionamentos insuflados em toda a manifestação da 3D, com o objetivo de minar as verdadeiras crenças e as realidades individuais. No processo de escolha, a sensação de muitos é, possivelmente, de incompletude, de vazio ou de impotência perante os mistérios da existência em todos os níveis, pois toda opção envolve uma perda, inexoravelmente. Os prazeres terrenos, os (supostos) amigos, o trabalho, a novela, as festas, o futebol, entre outros, iludem os sentidos e as emoções com grande facilidade.

Assim, muitas pessoas permanecem na 3D sem dificuldade, porém, incompletos.
Desejo que a Grande Força do Criador dos Mundos acenda em todos a vontade de questionar e de se incomodar com o sofrimento, com a tristeza, com a fraqueza, com as ilusões, com os medos, com as culpas, com os flagelos para que, desses aprisionamentos, os seres humanos se libertem por todo o eterno agora. Que a grande presença do Eu Sou irradie luz a todos os seres do Universo e permita o fim de todas as formas de controle e escravização. Adonai Tsebaioth

Por Gesiel Albuquerque